STF abre o Ano Judiciário de 2026 com sessão solene em Brasília
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Supremo Tribunal Federal retoma atividades em 2026 com sessão solene, presença de autoridades e foco em desafios institucionais.
O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu oficialmente o Ano Judiciário de 2026 nesta segunda-feira (2), em Brasília. A sessão solene marcou a retomada das atividades da Corte após o recesso e contou com a presença de representantes dos Três Poderes, além de membros do Ministério Público e da advocacia.
A cerimônia seguiu o rito tradicional, com execução do Hino Nacional e pronunciamento do presidente do STF, que destacou os desafios institucionais previstos para o novo ano.
Corte inicia trabalhos com número reduzido de ministros
O STF iniciou o ano com nove ministros em atividade, devido à existência de uma vaga ainda não preenchida. Mesmo assim, a Corte mantém o funcionamento normal de suas sessões e julgamentos, enquanto aguarda a definição sobre a indicação e aprovação do novo integrante.
A composição incompleta não impede a análise de temas relevantes previstos para a pauta de 2026, que deve incluir processos de grande impacto jurídico e político.

Discurso reforça defesa das instituições
Durante a abertura oficial, o presidente do Supremo ressaltou a importância do equilíbrio entre os Poderes, da defesa da Constituição e da estabilidade institucional. O discurso também enfatizou a necessidade de atuação responsável do Judiciário em um cenário de intensa polarização política e pressão social.
A fala foi acompanhada por autoridades do Executivo e do Legislativo, reforçando o caráter simbólico da cerimônia.
Presença de autoridades marca retomada do Judiciário
A sessão contou com a participação do presidente da República, além dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Também estiveram presentes o procurador-geral da República e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O encontro reforça o diálogo institucional entre os Poderes no início do calendário oficial de 2026.
Com o fim do recesso, o STF deve retomar gradualmente sua pauta de julgamentos. Entre os assuntos aguardados estão ações constitucionais, processos envolvendo autoridades públicas e discussões sobre regras institucionais e funcionamento do Estado.
A expectativa é de um ano marcado por decisões relevantes, que podem influenciar diretamente o cenário político e jurídico do país.
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